Ultrassom faz mal? Dói? É seguro na gravidez? Precisa de pedido médico?

Ultrassom em gestante com ondas sonoras e símbolo de segurança

O ultrassom não faz mal quando é feito por um profissional e com indicação médica. Ele não usa radiação ionizante, como o raio X e a tomografia: funciona com ondas sonoras de alta frequência, que o ouvido humano não escuta. O exame comum não dói. Pode haver um desconforto leve com a pressão do transdutor, com a bexiga cheia ou nos exames feitos por via interna, como o transvaginal e o transretal. Na gravidez, o ultrassom é considerado seguro e não existe um número máximo fixo de exames, mas as sociedades médicas recomendam fazer apenas os que têm motivo clínico. No Brasil, em geral as clínicas pedem uma solicitação médica para agendar.

Para quem faz o exame, “seguro” não quer dizer “sem energia nenhuma”. O ultrassom deposita energia nos tecidos e pode, em tese, aquecê-los ou agir mecanicamente sobre eles. Por isso existem índices na tela do aparelho, limites de fabricação e um princípio que orienta toda a prática: usar a menor exposição possível para obter a informação necessária. Este guia responde primeiro às dúvidas dos pacientes e depois explica os bioefeitos, os índices térmico e mecânico e as recomendações das sociedades internacionais.

Ultrassom dói?

Na maioria dos exames, não. O que o paciente sente é o gel, que pode estar frio, e a pressão do transdutor sobre a pele. Algumas situações causam mais incômodo:

  • Bexiga cheia: no ultrassom pélvico por via abdominal e em alguns exames de rins e vias urinárias, a bexiga precisa estar cheia. A pressão do transdutor sobre ela dá vontade de urinar e pode incomodar. Veja como se preparar no guia de preparo para ultrassom.
  • Transvaginal: o transdutor é fino, recebe uma capa protetora e gel. Em geral causa só um desconforto leve, parecido com o de um exame ginecológico. A paciente pode pedir para o examinador ir mais devagar ou parar.
  • Transretal: usado principalmente para a próstata. Causa desconforto e sensação de pressão, mas costuma ser bem tolerado e dura poucos minutos.
  • Região dolorida: se o exame é feito sobre um local inflamado, como na suspeita de apendicite ou de vesícula inflamada, a pressão pode doer. Às vezes o próprio examinador pressiona de propósito para ver se a dor coincide com o órgão alterado.

Ultrassom tem radiação?

Não tem radiação ionizante. O aparelho emite ondas mecânicas (som) e capta os ecos que voltam dos tecidos para montar a imagem. Por isso não há efeito acumulativo como na radiação do raio X, e o exame pode ser repetido quando há necessidade clínica, inclusive em crianças e gestantes.

Isso não significa que o ultrassom seja energia “zero”. As ondas sonoras transportam energia, e parte dela é absorvida pelos tecidos. Nos níveis usados em diagnóstico, não há evidência de dano em pessoas. Mesmo assim, as sociedades médicas pedem cuidado, principalmente com o embrião e o feto.

Ultrassom é seguro na gravidez?

Sim. O ultrassom é usado em obstetrícia há décadas e não há evidência confirmada de que o exame diagnóstico, feito com indicação e por profissional treinado, cause dano ao bebê. É ele que confirma a idade gestacional, avalia a anatomia no ultrassom morfológico, acompanha o crescimento e, com o Doppler, a circulação da placenta.

Quantos ultrassons a gestante pode fazer?

Não existe um limite numérico definido pelas sociedades médicas. Uma gestação de baixo risco costuma ter alguns exames planejados, como o do primeiro trimestre, o morfológico do segundo trimestre e, em muitos serviços, um exame de crescimento no terceiro trimestre. Gestações de risco, como gemelares, com pressão alta ou com restrição de crescimento, precisam de mais exames, e isso é adequado. A regra é simples: cada exame deve ter um motivo. O número de exames é decidido pelo obstetra.

E o ultrassom 3D “de lembrança”?

O ultrassom feito só para tirar fotos ou vídeos do bebê, sem finalidade médica, é chamado de keepsake imaging. A FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, desaconselha esse uso, e sociedades como a AIUM também o consideram inadequado. O motivo não é um dano comprovado, e sim o princípio de não expor o feto sem necessidade, além do risco de sessões longas, feitas fora de um contexto médico e sem controle da potência. Imagens em 3D e 4D feitas durante um exame com indicação, por um profissional, são outra situação.

Outras dúvidas comuns dos pacientes

O gel faz mal?

Não. É um gel à base de água, que tira o ar entre o transdutor e a pele para o som passar. Reações alérgicas são raras. Ele sai com papel ou um pano úmido e não mancha a pele.

Posso fazer ultrassom com marca-passo, prótese, DIU ou tatuagem?

Em geral, sim. Ao contrário da ressonância magnética, o ultrassom não usa campo magnético, então marca-passo, placas, parafusos, próteses metálicas, DIU, implantes mamários e tatuagens não impedem o exame. Alguns materiais podem atrapalhar a imagem da região logo abaixo, como uma prótese metálica ou um curativo, mas isso é uma limitação técnica, não um risco.

Precisa de pedido médico para fazer ultrassom?

No Brasil, em geral sim. Planos de saúde e o SUS exigem a solicitação médica, e a maioria das clínicas particulares também pede, porque o pedido informa a indicação e a dúvida clínica, o que orienta o exame e o laudo. As regras variam entre serviços, então vale confirmar com a clínica ao agendar. Mesmo quando alguma clínica aceita fazer sem pedido, o resultado deve ser levado a um médico para interpretação.

Para profissionais: bioefeitos do ultrassom

Os efeitos biológicos possíveis do ultrassom diagnóstico são de dois tipos:

  • Térmicos: parte da energia acústica é absorvida e vira calor. O aquecimento é maior em tecidos que absorvem mais energia, principalmente osso, e em exames com feixe parado no mesmo ponto, como o Doppler espectral. A WFUMB considera que exposições que elevam a temperatura em até 1,5 °C acima do normal podem ser usadas sem restrição do ponto de vista térmico.
  • Mecânicos (não térmicos): a onda de pressão pode fazer bolhas de gás oscilarem ou colapsarem (cavitação). O risco é maior onde há gás: pulmão, intestino e, sobretudo, quando se usa contraste de microbolhas. O feto não tem gás nos pulmões nem no intestino, o que torna o efeito mecânico menos relevante no exame obstétrico sem contraste.

Índice térmico e índice mecânico: o que significam

Os aparelhos exibem na tela dois índices que estimam o risco de cada tipo de efeito, conforme o padrão de exibição de potência adotado pelos fabricantes.

Índice O que estima Quando olhar
TIS (índice térmico de tecidos moles) Aquecimento em tecidos sem osso no caminho Exames abdominais e pélvicos; obstetrícia até cerca de 10 semanas
TIB (índice térmico de osso) Aquecimento de osso no foco ou perto dele Obstetrícia a partir de cerca de 10 semanas, quando o esqueleto fetal ossifica
TIC (índice térmico craniano) Aquecimento de osso logo abaixo da pele Exames transcranianos, em adultos e neonatos
MI (índice mecânico) Probabilidade de efeitos mecânicos, como cavitação Exames com gás no campo (pulmão, intestino) e com contraste

O índice térmico (TI) é a razão entre a potência acústica emitida e a potência estimada para elevar a temperatura do tecido em 1 °C, em condições de modelo. Um TI de 1,0 não quer dizer que o tecido aqueceu exatamente 1 °C, mas indica que esse aumento é possível em condições desfavoráveis. O índice mecânico (MI) é calculado a partir do pico de pressão negativa, corrigido pela atenuação, dividido pela raiz quadrada da frequência central. Quanto mais baixa a frequência e maior a pressão, maior o MI.

Limites da FDA

Nos Estados Unidos, a FDA aceita aparelhos de uso geral com intensidade média temporal no pico espacial, corrigida pela atenuação (ISPTA.3), de até 720 mW/cm² e MI de até 1,9. Esses são limites de fabricação, não metas de uso. Os valores necessários para um bom exame costumam ficar bem abaixo deles, e é responsabilidade do operador manter a exposição baixa.

O princípio ALARA

ALARA vem do inglês as low as reasonably achievable: tão baixo quanto razoavelmente possível. Na prática, significa obter a informação diagnóstica com a menor potência e o menor tempo de exposição. Algumas medidas:

  • preferir aumentar o ganho do receptor antes de aumentar a potência de saída;
  • reduzir o tempo de permanência do transdutor parado sobre a mesma região;
  • usar o Doppler espectral só quando há indicação e pelo menor tempo necessário;
  • escolher o preset adequado ao exame, especialmente o obstétrico, que já parte de potências menores;
  • congelar a imagem quando não estiver examinando ativamente.

Recomendações em obstetrícia

As principais sociedades (ISUOG, AIUM, BMUS e WFUMB) convergem em alguns pontos:

  • Monitorar o TI na tela. Usar o TIS até cerca de 10 semanas e o TIB depois disso.
  • Manter o TI baixo. No exame obstétrico de rotina, valores de até 0,7 são um alvo razoável, citado nas orientações da BMUS, que não impõem limite de tempo nessa faixa.
  • Doppler espectral no primeiro trimestre só com indicação. A ISUOG orienta que, quando o Doppler é usado entre 11 e 14 semanas, o TI fique em até 1,0 e o tempo de exposição seja o mais curto possível, em geral não mais que 5 a 10 minutos, sem passar de 60 minutos.
  • Não usar o ultrassom sem finalidade médica, como no ultrassom de lembrança.

A BMUS publica uma tabela de tempo máximo de exposição recomendado conforme o TI exibido em exames obstétricos. Valores aproximados:

TI exibido (obstetrícia) Tempo máximo de exposição sugerido
Até 0,7 Sem restrição específica
Acima de 0,7 até 1,0 60 minutos
Acima de 1,0 até 1,5 30 minutos
Acima de 1,5 até 2,0 15 minutos
Acima de 2,0 até 2,5 4 minutos
Acima de 2,5 até 3,0 1 minuto
Acima de 3,0 Exame não recomendado

Esses tempos se referem à exposição do mesmo tecido, não à duração total da consulta. Confira sempre a versão mais recente das diretrizes, porque os valores podem ser revisados.

Fora da obstetrícia, a margem é maior, mas a lógica é a mesma. Em exames com contraste de microbolhas, o MI ganha importância e costuma ser mantido baixo pela própria técnica de imagem.

Erros comuns

Deixar o Doppler ligado sem necessidade

O Doppler espectral concentra energia em um ponto e costuma gerar o maior TI do exame. Deixá-lo ligado enquanto se procura o vaso ou se conversa com a paciente aumenta a exposição sem ganho. Localize o vaso no modo B ou no colorido e só então ative o espectral.

Permanecer muito tempo parado no mesmo ponto

O aquecimento depende do tempo. Ficar parado sobre o embrião, a coluna ou o crânio fetal, por exemplo para conseguir uma imagem “bonita”, prolonga a exposição do mesmo tecido.

Não olhar o TI e o MI na tela

Muitos profissionais não sabem onde o índice aparece no próprio aparelho ou qual índice está sendo exibido. Confirme se a tela mostra TIS ou TIB e se ele muda ao trocar de modo.

Subir a potência em vez do ganho

Quando a imagem está escura, o primeiro ajuste deve ser o ganho, a profundidade e o foco. Aumentar a potência de saída eleva o TI e o MI.

Fazer imagens 3D e 4D longas sem objetivo clínico

Varreduras repetidas só para obter imagens de face, sem indicação, contrariam as recomendações de uso prudente.

Perguntas frequentes

Ultrassom transvaginal faz mal na gravidez?

Não. É o exame preferido no início da gestação, porque o transdutor fica mais perto do útero e mostra melhor o embrião. Não aumenta o risco de aborto.

Fazer muitos ultrassons pode prejudicar o bebê?

Não há evidência de dano com os exames feitos por indicação médica. A recomendação é não fazer exames sem motivo, e não limitar os que são necessários.

Ultrassom pode ser feito em criança e recém-nascido?

Sim. Por não ter radiação, é muitas vezes o primeiro exame de imagem escolhido em pediatria.

Ultrassom com Doppler é mais perigoso?

O Doppler, principalmente o espectral, usa mais energia que o modo B. Por isso, na gravidez inicial, só é feito com indicação. Feito corretamente, é considerado seguro.

Conclusão

Para o paciente, a resposta é tranquilizadora: o ultrassom não tem radiação, em geral não dói e é seguro na gravidez quando feito com indicação. Para o profissional, a segurança é parte da técnica: conhecer o TI e o MI, escolher o índice certo para cada fase da gestação, usar o Doppler espectral com critério e aplicar o princípio ALARA em todos os exames.

Se você quer registrar no laudo as condições do exame, o modo utilizado e as limitações técnicas de forma padronizada, conheça o UltraLaudo, plataforma de laudos estruturados de ultrassonografia.


Referências

  • Salvesen K, Lees C, Abramowicz J, et al. ISUOG statement on the safe use of Doppler in the 11 to 14-week fetal ultrasound examination. Ultrasound in Obstetrics & Gynecology, 2011.
  • ISUOG Bioeffects and Safety Committee. Safety statements and guidance on the safe use of diagnostic ultrasound. International Society of Ultrasound in Obstetrics and Gynecology.
  • American Institute of Ultrasound in Medicine (AIUM). Official Statements: Prudent Use and Safety of Diagnostic Ultrasound in Pregnancy; Keepsake Fetal Imaging; As Low As Reasonably Achievable (ALARA) Principle. AIUM.
  • British Medical Ultrasound Society (BMUS). Guidelines for the safe use of diagnostic ultrasound equipment. BMUS Safety Group, 2009 (revisado). Ultrasound, 2010.
  • World Federation for Ultrasound in Medicine and Biology (WFUMB). WFUMB Symposium on Safety of Ultrasound in Medicine: conclusions and recommendations on thermal and non-thermal mechanisms. Ultrasound in Medicine & Biology, 1998.
  • U.S. Food and Drug Administration. Avoid Fetal “Keepsake” Images, Heartbeat Monitors. FDA Consumer Update.
  • U.S. Food and Drug Administration. Marketing Clearance of Diagnostic Ultrasound Systems and Transducers: Guidance for Industry and FDA Staff. FDA, 2019.
  • Abramowicz JS. Benefits and risks of ultrasound in pregnancy. Seminars in Perinatology, 2013.

Este conteúdo tem finalidade educacional e não substitui a avaliação médica. A indicação do ultrassom, o número de exames na gestação e a interpretação dos resultados cabem ao médico que acompanha o paciente ou a gestante.

Respostas

  1. Avatar de Ultrassom de partes moles: nódulos, lipoma, cisto e hérnia – UltraLaudo Blog

    […] Não. Pode haver um leve desconforto quando o médico comprime a região para ver se a lesão se deforma ou quando a área já está dolorida, como em um abscesso. O ultrassom é considerado seguro e pode ser repetido quando necessário. Saiba mais no texto sobre segurança do ultrassom. […]

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  2. Avatar de Ultrassom de ombro: manguito rotador, tendinite e ruptura – UltraLaudo Blog

    […] Em geral, sim. O pedido orienta o examinador sobre a suspeita clínica e é exigido pela maioria dos convênios. Veja mais sobre segurança e pedido médico no ultrassom. […]

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  3. Avatar de Doppler venoso de membros inferiores: como o ultrassom diagnostica trombose (TVP) – UltraLaudo Blog

    […] Pode. O exame é seguro na gestação. Veja mais sobre segurança do ultrassom. […]

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  4. Avatar de Ultrassom na suspeita de apendicite: como é feito e o que mostra – UltraLaudo Blog

    […] Sim, e ele é o primeiro exame recomendado. Se não esclarecer, a ressonância sem contraste é a alternativa habitual. Saiba mais sobre a segurança do ultrassom na gravidez. […]

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  5. Avatar de Ultrassom de quadril do bebê: displasia do desenvolvimento e método de Graf – UltraLaudo Blog

    […] O ultrassom usa ondas sonoras e não tem radiação. Se quiser entender melhor a segurança do método, veja o nosso texto sobre se o ultrassom faz mal ou dói. […]

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  6. Avatar de Recomendações internacionais de ultrassom pulmonar (Volpicelli, Intensive Care Med 2012): artigo comentado – UltraLaudo Blog

    […] 6. Ultrassom pulmonar é seguro. Sem radiação ionizante, pode ser repetido para acompanhar o paciente, inclusive na gestante. Explicamos os princípios de segurança do método no post ultrassom faz mal?. […]

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  7. Avatar de Ultrassom ou tomografia na suspeita de cálculo renal (Smith-Bindman, NEJM 2014): artigo comentado – UltraLaudo Blog

    […] é o exame inicial. Para o paciente preocupado com radiação, vale indicar nosso texto sobre segurança do ultrassom, que explica por que o método não usa radiação […]

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  8. Avatar de Ultrassom de abdome em crianças: invaginação, estenose do piloro e apendicite – UltraLaudo Blog

    […] Além disso, o ultrassom dispensa sedação, é feito em tempo real (permite ver o peristaltismo, a passagem de líquido pelo piloro e a compressão do apêndice), tem imagem muito boa na parede abdominal fina da criança e pode ser repetido sem preocupação com dose. A principal limitação é a dependência do examinador. Se quiser entender melhor a segurança do método, veja o texto sobre se o ultrassom faz mal ou dói. […]

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  9. Avatar de Ultrassom, tomografia ou ressonância: quando cada exame é indicado – UltraLaudo Blog

    […] O ultrassom não usa radiação ionizante. Explicamos por que ele é considerado seguro, inclusive na gravidez, no guia ultrassom faz mal?. […]

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  10. Avatar de Ultrassom transfontanelar do bebê: para que serve, como é feito e o que o laudo mostra – UltraLaudo Blog

    […] Se quiser entender melhor por que o ultrassom é considerado seguro, veja o nosso texto sobre se o ultrassom faz mal ou dói. […]

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  11. Avatar de Com quantas semanas dá para ver o sexo do bebê no ultrassom? – UltraLaudo Blog

    […] O ultrassom feito pelo médico, com indicação, é considerado seguro. Ainda assim, órgãos de saúde como a agência americana FDA desaconselham exames feitos só para fazer lembrança ou ver o sexo, sem indicação médica, porque o ideal é usar o ultrassom pelo tempo necessário e com um objetivo. Falamos mais disso no texto sobre segurança do ultrassom na gravidez. […]

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  12. Avatar de Circular de cordão no ultrassom: é perigoso? Impede o parto normal? – UltraLaudo Blog

    […] Ler “circular de cordão” no laudo assusta, e é compreensível. Mas é um achado muito comum, que muitas vezes se desfaz sozinho e que, por si só, não impede o parto normal. O que mais importa é seguir o pré-natal, conversar com o seu obstetra sobre o plano de parto e ficar atenta aos movimentos do bebê. Se eles diminuírem, procure atendimento no mesmo dia. Se quiser saber mais sobre o exame em si, leia também nosso texto sobre se o ultrassom faz mal na gravidez. […]

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  13. Avatar de Ultrassom 3D, 4D e 5D na gravidez: o que é, qual a diferença e quando fazer – UltraLaudo Blog

    […] O ultrassom não usa radiação, como o raio X. Ele usa ondas de som. Depois de décadas de uso na gravidez com indicação médica, não há registro confirmado de dano ao bebê. Você pode ler mais sobre isso no nosso texto sobre se o ultrassom faz mal. […]

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  14. Avatar de Estenose hipertrófica do piloro no ultrassom: 3 mm, canal, piloroespasmo e armadilhas – UltraLaudo Blog

    […] Por não usar radiação, o exame pode ser repetido sem receio, ponto útil para tranquilizar as famílias (veja segurança do ultrassom). […]

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