Ultrassom na suspeita de apendicite: como é feito e o que mostra

Ilustração de ultrassom na fossa ilíaca direita para investigar apendicite

Sim, o ultrassom consegue mostrar a apendicite e, em geral, é o primeiro exame de imagem pedido em crianças, adolescentes, adultos jovens magros e gestantes com dor no lado direito da barriga. O médico pressiona aos poucos a região dolorida com o transdutor para procurar o apêndice: quando ele está inflamado, aparece como um tubo que não se deixa comprimir, com diâmetro maior que 6 mm, às vezes com uma “pedrinha” dentro (apendicolito) e gordura inflamada ao redor. Em situações de urgência, em geral não é preciso esperar jejum para fazer o exame. Quando o apêndice não é encontrado ou o resultado não é conclusivo, o médico pode pedir uma tomografia ou, na gravidez e em crianças, uma ressonância.

Para quem faz o exame, a ultrassonografia do apêndice é uma das mais dependentes de técnica e de paciência. Um exame bem feito pode evitar radiação e acelerar a cirurgia; um exame apressado pode confundir o íleo terminal com o apêndice ou deixar passar uma apendicite retrocecal. Este guia explica o exame para o paciente e revisa, para o profissional, a técnica, os critérios, os sinais de perfuração e como laudar.

Para o paciente: como o ultrassom da apendicite é feito

O exame é rápido na maioria dos casos e não usa radiação. Você fica deitado de barriga para cima e o médico aplica gel no lado direito, na parte de baixo do abdome. Ele vai apertando o transdutor devagar, aumentando a pressão aos poucos. Pode incomodar, principalmente se houver inflamação, mas a compressão é gradual justamente para ser tolerável. Muitas vezes o médico pede que você aponte com um dedo o ponto de maior dor, porque o apêndice costuma estar ali.

Às vezes é preciso virar de lado, encher a bexiga ou, em mulheres, complementar com o exame por via transvaginal, para procurar um apêndice que fica mais escondido, atrás do intestino ou dentro da pelve. Se você quiser entender melhor o que o ultrassom do abdome avalia de forma geral, veja o nosso guia de ultrassom de abdome total.

Precisa de jejum?

Na urgência, em geral, não se adia o exame por falta de jejum. O jejum ajuda a reduzir gases e é útil no abdome eletivo, mas na suspeita de apendicite o mais importante é não atrasar o diagnóstico. Além disso, o próprio pronto-socorro costuma orientar que o paciente não coma nem beba até a avaliação do cirurgião, já que pode haver cirurgia. Para os exames agendados, o preparo é outro assunto, explicado no nosso texto sobre jejum e preparo para ultrassom.

Por que às vezes pedem tomografia depois?

Porque o ultrassom nem sempre consegue ver o apêndice. Gases, obesidade, dor intensa e um apêndice em posição atrás do ceco ou profundo na pelve dificultam a visualização. Se o apêndice não é visto e a suspeita clínica continua, a tomografia (em adultos não gestantes) ou a ressonância (em gestantes e, em alguns serviços, em crianças) ajudam a esclarecer.

Por que o ultrassom é o primeiro exame em crianças e gestantes

Os Critérios de Adequação do American College of Radiology (ACR Appropriateness Criteria) recomendam o ultrassom como exame inicial na suspeita de apendicite em crianças, por não usar radiação ionizante. Em crianças, o ACR também considera a ressonância uma alternativa após um ultrassom inconclusivo, conforme a disponibilidade do serviço.

Nas gestantes, a atualização de 2022 dos critérios do ACR para dor no quadrante inferior direito considera o ultrassom e a ressonância magnética sem contraste os exames de escolha. Na prática, o ultrassom costuma ser feito primeiro, por ser rápido e disponível, e a ressonância entra quando o ultrassom é inconclusivo.

Em adultos não gestantes, a tomografia com contraste tem maior sensibilidade e é, em geral, o exame mais indicado pelo ACR. Mesmo assim, o ultrassom é muito usado como primeira etapa em pacientes jovens e magros, desde que um resultado inconclusivo leve ao próximo passo, e não à alta automática.

Técnica de compressão gradual

A técnica descrita por Puylaert em 1986 continua sendo a base do exame:

  1. Use um transdutor linear de alta frequência. Em pacientes com mais panículo, comece com o convexo para se orientar e passe ao linear.
  2. Peça ao paciente para mostrar o ponto de maior dor e comece por ali.
  3. Aplique pressão gradual e constante, sem movimentos bruscos. O objetivo é afastar e comprimir as alças com gás até aproximar o transdutor dos músculos psoas e dos vasos ilíacos, que servem de referência posterior.
  4. Identifique o ceco e siga-o até o polo inferior, onde o apêndice nasce. Localize o íleo terminal e a válvula ileocecal para não confundir as estruturas.
  5. Estude o apêndice em eixo longo e eixo curto, da base até a ponta.
  6. Se não encontrar, reposicione: decúbito lateral esquerdo para a posição retrocecal, bexiga cheia ou via transvaginal para a posição pélvica, e a compressão manual posterior com a mão livre por trás do flanco, que aproxima as estruturas do transdutor.

A dor focal provocada exatamente sobre o apêndice durante a compressão é chamada por alguns de “McBurney ultrassonográfico” e reforça o achado, mas não substitui os critérios de imagem.

Para conhecer o estudo original de Puylaert e o que veio depois, leia o nosso artigo comentado sobre a compressão gradual na apendicite.

Critérios de apendicite no ultrassom

Achado Apêndice normal Sugere apendicite
Compressibilidade Comprime e muda de forma Não compressível, mantém o formato redondo no corte transversal
Diâmetro externo (parede a parede) Em geral até 6 mm Maior que 6 mm
Parede Fina, com camadas preservadas Espessada; perda da camada submucosa sugere necrose ou perfuração
Conteúdo Gás ou conteúdo fecal móvel Líquido, ausência de gás; apendicolito com sombra acústica
Gordura periapendicular Normal Hiperecogênica, aumentada, “envolvendo” o apêndice
Doppler Fluxo parietal discreto ou não detectável Hiperemia da parede; ausência de fluxo em apêndice muito alterado pode indicar gangrena
Peristalse Pode estar presente Ausente

Alguns pontos práticos sobre esses critérios:

  • O diâmetro não decide sozinho. Apêndices normais podem medir pouco mais de 6 mm, especialmente com conteúdo fecal. Existe uma zona indeterminada que vai, aproximadamente, de pouco acima de 6 mm até 8 mm (Trout e colaboradores, European Radiology, 2015). Nessa faixa, os sinais secundários, a compressibilidade, a gordura e o Doppler pesam mais.
  • O apendicolito aparece como um foco ecogênico com sombra acústica posterior dentro da luz. Sua presença junto com um apêndice dilatado aumenta a suspeita e pode influenciar a escolha entre tratamento cirúrgico e não cirúrgico.
  • A gordura periapendicular inflamada é um dos sinais mais úteis, porque é difícil de simular.
  • O Doppler mostra hiperemia nas fases iniciais. Fluxo ausente não exclui apendicite; pode ser fase muito precoce ou necrose da parede.

Sinais secundários

Quando o apêndice é visto, os sinais secundários reforçam o diagnóstico. Quando não é visto, eles orientam a próxima conduta:

  • Líquido livre na fossa ilíaca direita ou na pelve, principalmente se complexo ou loculado.
  • Gordura hiperecogênica e não compressível na fossa ilíaca direita.
  • Espessamento da parede do ceco e do íleo terminal adjacente.
  • Linfonodos mesentéricos aumentados. Isoladamente, porém, são inespecíficos e comuns na adenite mesentérica.
  • Alças com peristalse reduzida ao redor, sugerindo íleo reflexo localizado.

Quando o apêndice não é visualizado

A taxa de visualização do apêndice varia muito entre serviços e examinadores. Um “apêndice não visualizado” não é um exame negativo; é um exame indeterminado, e o significado depende do contexto:

  • Sem sinais secundários e com baixa suspeita clínica: em geral, a probabilidade de apendicite é menor, e muitos serviços optam por observação clínica ou reavaliação.
  • Com sinais secundários (gordura inflamada, líquido, coleção): a suspeita continua alta e costuma ser necessário outro exame ou avaliação cirúrgica.
  • Com suspeita clínica alta: repetir o ultrassom após algumas horas, ou seguir para tomografia ou ressonância conforme idade e gestação.

Por isso é importante escrever no laudo, de forma explícita, se o apêndice foi ou não identificado e se há sinais secundários. Uma frase genérica como “sem alterações na fossa ilíaca direita” não diz ao clínico se o apêndice foi visto.

Sinais de apendicite perfurada

Os achados abaixo sugerem perfuração ou apendicite complicada e mudam a conduta, por isso merecem destaque no laudo:

  • Perda da continuidade da camada ecogênica submucosa da parede.
  • Coleção periapendicular (abscesso), em geral com paredes irregulares e conteúdo heterogêneo.
  • Apendicolito fora da luz, livre na gordura ou dentro de uma coleção.
  • Líquido livre complexo ou em maior quantidade.
  • Fleimão: massa mal definida de gordura e alças inflamadas, às vezes sem que o apêndice seja individualizado.

Vale lembrar que, após a perfuração, o apêndice pode descomprimir e parecer menor, o que pode enganar quem olha apenas o diâmetro. O apêndice perfurado pode até se tornar compressível, e a perfuração é o cenário em que o ultrassom mais falha.

Laudo estruturado do apêndice

Para padronizar a comunicação com o pronto-socorro e a cirurgia, alguns serviços usam categorias no laudo do apêndice, especialmente em pediatria. Os modelos variam, mas em geral seguem uma lógica parecida com esta:

Categoria (exemplo) Significado
Apêndice normal visualizado Apêndice identificado em toda a extensão, compressível, sem sinais inflamatórios
Não visualizado, sem sinais secundários Exame indeterminado, com menor suspeita
Não visualizado, com sinais secundários Exame indeterminado, com suspeita mantida
Achados compatíveis com apendicite Critérios primários presentes
Apendicite com sinais de complicação Perfuração, abscesso ou fleimão

Esses sistemas não são universais e cada instituição define os seus. O valor está em obrigar o examinador a responder às mesmas perguntas em todo exame, o que facilita comparar resultados, auditar a taxa de visualização e definir fluxos de conduta junto com a equipe clínica.

O que descrever no laudo

Um laudo de ultrassom na suspeita de apendicite deve trazer:

  • a técnica: compressão gradual, transdutores usados e manobras adicionais (decúbito lateral, via transvaginal);
  • se o apêndice foi visualizado e em que extensão (base, corpo, ponta);
  • a posição do apêndice (pélvico, retrocecal, subepático, medial);
  • a compressibilidade;
  • o maior diâmetro externo, medido em corte transversal, parede a parede;
  • a espessura e o aspecto da parede, incluindo a integridade da camada submucosa;
  • presença ou ausência de apendicolito, com medida e localização;
  • o aspecto da gordura periapendicular;
  • o padrão ao Doppler;
  • sinais secundários: líquido livre, coleções, linfonodos, espessamento do ceco e do íleo terminal;
  • sinais de complicação, quando presentes, com medidas da coleção;
  • limitações técnicas: gases, biotipo, dor que impediu a compressão.

Na conclusão, seja direto: “achados compatíveis com apendicite aguda”, “apêndice não visualizado, sem sinais secundários” ou “apendicite com sinais de perfuração e coleção de X cm”. Se o serviço adota categorias, informe a categoria. Achados alternativos que expliquem a dor, como adenite mesentérica, ileíte, cisto ovariano complicado ou cálculo ureteral, também devem constar.

Erros comuns

Confundir o íleo terminal com o apêndice

O íleo terminal é maior, tem peristalse, se comprime e não termina em fundo cego: ele continua até a válvula ileocecal. O apêndice nasce do ceco, abaixo da válvula, e termina em fundo cego. Sempre siga a estrutura até o fim antes de chamá-la de apêndice.

Não examinar a ponta

A inflamação pode ficar restrita à ponta do apêndice. Se o examinador vê só a base normal e para por ali, a apendicite de ponta passa despercebida. Siga o apêndice até o final.

Não procurar o apêndice retrocecal ou pélvico

O apêndice retrocecal fica escondido atrás do ceco com gás. Decúbito lateral esquerdo, abordagem pelo flanco e compressão posterior ajudam. Na posição pélvica, a bexiga cheia ou a via transvaginal podem mostrar o apêndice.

Confiar apenas no diâmetro

Um apêndice de 6,5 mm compressível, com gás na luz e sem gordura inflamada, pode ser normal. Um apêndice perfurado pode medir menos de 6 mm. Os critérios devem ser avaliados em conjunto.

Laudar “fossa ilíaca direita sem alterações” sem dizer se viu o apêndice

Essa frase deixa o clínico sem saber se o exame foi negativo ou indeterminado. Diga sempre se o apêndice foi identificado.

Perguntas frequentes

Ultrassom vê apendicite?

Sim. Quando o apêndice é bem visualizado, o ultrassom tem bom desempenho para confirmar ou afastar a apendicite. A limitação é que nem sempre ele é encontrado, o que depende do paciente, da posição do apêndice e da experiência de quem examina.

Precisa de jejum para ultrassom de apendicite?

Na urgência, em geral, não. O exame não deve ser adiado por falta de jejum. A equipe pode orientar não comer até a avaliação do cirurgião.

Dói fazer ultrassom com suspeita de apendicite?

Pode incomodar no ponto inflamado, porque o médico comprime a região. A pressão é aumentada aos poucos para ser suportável, e a dor no local exato do apêndice também é uma informação útil.

O ultrassom deu normal, mas a dor continua. O que fazer?

Volte ao médico. Se o apêndice não foi visto, o exame é inconclusivo, e a apendicite pode evoluir em horas. Reavaliação, novo ultrassom ou outro exame podem ser necessários.

Gestante pode fazer ultrassom para apendicite?

Sim. Pelos critérios do ACR, o ultrassom e a ressonância sem contraste são os exames de escolha na gestação, e o ultrassom costuma ser feito primeiro, por ser rápido e disponível. Se ele não esclarecer, a ressonância sem contraste é o passo seguinte. Saiba mais sobre a segurança do ultrassom na gravidez.

Conclusão

O ultrassom é o primeiro exame na suspeita de apendicite em crianças, costuma ser o primeiro passo na gestante, antes da ressonância, e é uma boa opção em adultos jovens e magros. Seu valor depende de técnica cuidadosa: compressão gradual, identificação do ceco e do íleo terminal, estudo do apêndice até a ponta e avaliação conjunta de compressibilidade, diâmetro, parede, gordura e Doppler. O laudo precisa deixar claro se o apêndice foi visto, se há sinais secundários e se existem sinais de perfuração, porque é isso que define o próximo passo.

Se você quer que visualização do apêndice, diâmetro, compressibilidade, sinais secundários e categoria tenham campo próprio no seu laudo, conheça o UltraLaudo, plataforma de laudos estruturados de ultrassonografia.


Referências

  • Puylaert JB. Acute appendicitis: US evaluation using graded compression. Radiology, 1986;158(2):355-360.
  • Expert Panel on Gastrointestinal Imaging. ACR Appropriateness Criteria® Right Lower Quadrant Pain: 2022 Update. Journal of the American College of Radiology, 2022;19(11S):S445-S461. DOI: 10.1016/j.jacr.2022.09.011.
  • Koberlein GC, Trout AT, Rigsby CK, et al. ACR Appropriateness Criteria® Suspected Appendicitis: Child. Journal of the American College of Radiology, 2019;16(5S):S252-S263.
  • Di Saverio S, Podda M, De Simone B, et al. Diagnosis and treatment of acute appendicitis: 2020 update of the WSES Jerusalem guidelines. World Journal of Emergency Surgery, 2020;15:27.
  • Fallon SC, Orth RC, Guillerman RP, et al. Development and validation of an ultrasound scoring system for children with suspected acute appendicitis. Pediatric Radiology, 2015;45(13):1945-1952.
  • Lee JH, Jeong YK, Park KB, et al. Operator-dependent techniques for graded compression sonography to detect the appendix and diagnose acute appendicitis. American Journal of Roentgenology, 2005;184(1):91-97.
  • Trout AT, Towbin AJ, Fierke SR, Zhang B, Larson DB. Appendiceal diameter as a predictor of appendicitis in children: improved diagnosis with three diagnostic categories derived from a logistic predictive model. European Radiology, 2015;25(8):2231-2238. DOI: 10.1007/s00330-015-3639-x.

Este conteúdo tem finalidade educacional e não substitui a avaliação médica. Dor abdominal persistente ou que piora deve ser avaliada com urgência. A indicação dos exames e a interpretação do resultado cabem ao médico que acompanha o paciente.

Respostas

  1. Avatar de Compressão gradual na apendicite (Puylaert, Radiology 1986): artigo comentado – UltraLaudo Blog

    […] Na gestação, a atualização de 2022 dos Critérios de Adequação do American College of Radiology para dor no quadrante inferior direito afirma que a ressonância sem contraste e o ultrassom continuam sendo os exames de escolha, e que ambos funcionam melhor nas mãos de examinadores experientes. A revisão da ESGAR, por sua vez, dá preferência à ressonância na gestante. Na prática, em geral o ultrassom é feito primeiro pela disponibilidade, e a ressonância entra quando ele é inconclusivo. Uma revisão mais completa do tema, voltada também ao paciente, está no nosso texto sobre ultrassom na suspeita de apendicite. […]

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  2. Avatar de Ultrassom de abdome em crianças: invaginação, estenose do piloro e apendicite – UltraLaudo Blog

    […] A apendicite é a causa cirúrgica mais comum de dor abdominal aguda na infância. Em crianças pequenas, o quadro é atípico e a perfuração é mais frequente. Explicamos a técnica de compressão gradual e o laudo do apêndice em detalhes no texto sobre ultrassom na suspeita de apendicite. […]

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  3. Avatar de Ultrassom, tomografia ou ressonância: quando cada exame é indicado – UltraLaudo Blog

    […] No adulto com dor no lado direito de baixo da barriga, o ACR considera a TC de abdome e pelve com contraste o exame inicial geralmente apropriado, pela alta precisão e por mostrar diagnósticos alternativos. Em pacientes jovens, magros e em serviços com experiência, o ultrassom pode ser feito primeiro, e um resultado claramente positivo pode bastar. Um ultrassom em que o apêndice não foi visto, porém, não exclui apendicite. Veja como o exame é feito no guia de ultrassom na suspeita de apendicite. […]

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  4. Avatar de Ultrassom intestinal na doença de Crohn e retocolite: técnica, escores e laudo – UltraLaudo Blog

    […] espessado é diagnóstico diferencial importante da apendicite; o protocolo está no post de ultrassom na suspeita de apendicite. As alças também aparecem como achado no ultrassom de abdome total, e vale descrevê-las quando […]

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  5. Avatar de Diverticulite aguda no ultrassom: sinais, acurácia e laudo – UltraLaudo Blog

    […] A regra de ouro é identificar o apêndice normal separadamente. Se o apêndice está normal e compressível e há um divertículo inflamado no ceco ou no ascendente, o diagnóstico de diverticulite direita fica muito provável, e a conduta costuma ser clínica, sem apendicectomia. A acurácia do ultrassom é menor no ceco, onde a apendicite é a principal fonte de falso-positivo. Para a semiologia do apêndice, veja o post de ultrassom na suspeita de apendicite. […]

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