Torção testicular no Doppler: sinais, armadilhas e laudo

Ilustração de tela de ultrassom com Doppler colorido mostrando estrutura oval com sinais de fluxo e cordão vascular espiralado, ao lado de um transdutor linear

Na torção testicular no Doppler, o achado mais específico é o sinal do redemoinho (whirlpool) do cordão espermático: na meta-análise de McDowall e colaboradores (2018), especificidade de 99% e sensibilidade de 73%, que sobe para 92% quando os neonatos são excluídos. Fluxo intratesticular ausente ou claramente reduzido em relação ao lado contralateral, com os mesmos ajustes, reforça o diagnóstico; fluxo presente não exclui torção parcial ou intermitente. O tempo manda: a viabilidade cai de 97% nas primeiras 6 horas para cerca de 79% entre 7 e 12 horas e 42% entre 19 e 24 horas, e a suspeita clínica alta vai para exploração cirúrgica sem esperar pelo exame.

Resumo rápido

  • Redemoinho do cordão: procure ativamente, do canal inguinal ao polo superior, em longitudinal e transversal, com clipe. Específico (99%), mas sua ausência não exclui torção.
  • Fluxo: compare sempre com o contralateral, no mesmo corte e com os mesmos parâmetros (PRF e filtro de parede baixos). Assimetria importa mais que “tem ou não tem cor”.
  • Torção parcial: fluxo arterial pode persistir, em geral com resistência aumentada, diástole reduzida ou reversa e fluxo venoso ausente.
  • Ecotextura: testículo homogêneo sugere evolução curta; parênquima heterogêneo se associa a testículo não viável.
  • Diferenciais: torção do apêndice (nódulo avascular no polo superior, testículo com fluxo normal) e orquiepididimite (hiperemia). Hiperemia após torção-detorção espontânea pode imitar inflamação.
  • TWIST 5 a 7: alto risco, exploração sem atrasar por imagem; 0 a 2 baixo risco; 3 a 4 é onde o ultrassom mais ajuda.

Por que o tempo é testículo

A torção intravaginal (anomalia em badalo de sino) predomina na adolescência; a extravaginal ocorre no período neonatal. O dano depende do tempo desde o início da dor e do grau de rotação do cordão, os dois fatores que a diretriz de urologia pediátrica da EAU aponta como determinantes do salvamento.

A revisão sistemática de Mellick e colaboradores (Pediatric Emergency Care, 2019) agrupou 1.283 pacientes em intervalos de 6 horas. A curva é mais longa que a “janela de 6 horas” clássica, mas cai de forma contínua.

Tempo desde o início da dor Testículo viável na exploração
0 a 6 horas 97,2%
7 a 12 horas 79,3%
13 a 18 horas 61,3%
19 a 24 horas 42,5%
25 a 48 horas 24,4%
Mais de 48 horas 7,4%

Viável na cirurgia não quer dizer testículo funcionalmente normal: atrofia e prejuízo da espermatogênese são comuns após isquemia prolongada. Os números vêm de séries de casos e servem como ordem de grandeza.

Gráfico de barras com a proporção de testículos viáveis na exploração cirúrgica por tempo de evolução da torção
Figura 1. Proporção de testículos viáveis na exploração conforme o tempo desde o início da dor, em intervalos de 6 horas. Gráfico elaborado pela equipe UltraLaudo com dados de Mellick et al., Pediatr Emerg Care 2019.

Técnica do Doppler na suspeita de torção testicular

O ACR Appropriateness Criteria classifica o ultrassom com Doppler como exame inicial no escroto agudo sem trauma, em adultos e crianças. A técnica decide o resultado, sobretudo em crianças pequenas, cujo fluxo intratesticular normal já é escasso. A rotina geral do exame está no post sobre ultrassom de bolsa escrotal e testículos; aqui ficam os pontos específicos do escroto agudo.

  1. Comece pelo lado assintomático, que define o padrão de fluxo esperado.
  2. Ajuste para fluxo lento: transdutor linear de alta frequência, PRF baixa, filtro de parede baixo, ganho de cor elevado até logo abaixo do ruído, caixa de cor pequena. Power Doppler ajuda quando o fluxo é muito lento. Os princípios de ajuste estão no post sobre o que é o ultrassom com Doppler.
  3. Corte transversal comparativo com os dois testículos na mesma imagem, em modo B e em Doppler colorido, sem mudar nenhum parâmetro entre os lados.
  4. Doppler espectral intratesticular nos dois lados: documente onda arterial e venosa. Fluxo arterial sem fluxo venoso, diástole reduzida ou reversa e índice de resistência maior que o contralateral são sinais de alerta.
  5. Siga o cordão espermático desde o anel inguinal externo até o polo superior do testículo, em longitudinal e transversal, com varredura contínua gravada em clipe. Na meta-análise de McDowall, incluir clipes do cordão elevou a sensibilidade do redemoinho de 88,8% para 98,5%.

Sinais da torção testicular no Doppler e no modo B

Sinal O que procurar Valor e limitações
Redemoinho (whirlpool) do cordão Massa espiralada ou “em alvo” no cordão, com vasos girando em torno de um eixo na varredura Especificidade de 99%; sensibilidade de 73% (92% sem neonatos). Depende do operador: 81,8% em radiologistas juniores e 97,3% em seniores
Fluxo intratesticular ausente Ausência de cor no parênquima com contralateral normal nos mesmos ajustes Achado clássico da torção completa; checar ajustes antes de concluir
Fluxo reduzido ou de alta resistência Menos sinais de cor que o contralateral, diástole baixa ou reversa, sem fluxo venoso Sugere torção parcial; os cortes de índice de resistência variam entre autores
Ecotextura do testículo Homogênea, hipoecoica difusa ou heterogênea Heterogeneidade se associa a testículo não viável (Kaye et al., 2008)
Testículo aumentado, eixo horizontal, posição alta Comparar volume e orientação com o outro lado Pouco específicos, mas somam
Hidrocele reativa e espessamento da pele Coleção anecoica e parede espessada Inespecíficos; também presentes na inflamação

Em conjunto, o ultrassom com Doppler tem boa acurácia: a meta-análise de Ota e colaboradores (Journal of Medical Ultrasonics, 2019), em adultos, encontrou sensibilidade agrupada de 86% e especificidade de 95%, chegando a 94% e 98% nos estudos prospectivos. Ainda assim, cerca de um em cada sete casos de torção pode ter exame negativo, por isso o ultrassom não deve contradizer clínica muito sugestiva.

Sinal do redemoinho: como achar

O nó costuma estar logo acima do testículo, mas pode ficar junto ao anel inguinal. No transversal aparece como massa arredondada com anéis concêntricos; na varredura, os vasos do cordão giram como um saca-rolhas. Nos neonatos o sinal tem desempenho ruim, e alguns estudos neonatais relataram sensibilidade nula.

Ecotextura e tempo de evolução

Nas primeiras horas, o testículo torcido pode ter ecotextura normal. Com a isquemia surgem aumento de volume e hipoecogenicidade difusa e, mais tarde, parênquima heterogêneo por hemorragia e necrose. Kaye e colaboradores (J Urol, 2008) mostraram que a ecotextura prediz o salvamento: testículos homogêneos foram em geral viáveis, e os heterogêneos, em geral não. Isso estima o prognóstico, mas não muda a indicação de exploração, que também permite a orquidopexia contralateral.

Armadilhas: quando o Doppler engana

Cinco painéis de ultrassom escrotal: epidídimo aumentado com fluxo aumentado ao Doppler na epididimite, testículo e epidídimo aumentados sem fluxo na torção testicular e estrutura extratesticular arredondada avascular com testículo de fluxo preservado na torção do apêndice
Figura 2. Três padrões do escroto agudo em crianças: (A, B) epididimite, com epidídimo aumentado e fluxo aumentado ao Doppler; (C) torção testicular, com epidídimo e testículo aumentados e sem fluxo; (D, E) torção do apêndice testicular, estrutura extratesticular arredondada, heterogênea e avascular, com fluxo testicular preservado. Fonte: Freitas I et al., European Journal of Radiology Open 2025, CC BY 4.0.

Torção parcial ou intermitente com fluxo presente

Com rotação inferior a 360 graus, ou no início do quadro, a obstrução é primeiro venosa: o fluxo arterial persiste, às vezes com cor aparentemente normal. O que denuncia a torção é o redemoinho do cordão e a onda espectral de alta resistência, com diástole reduzida, ausente ou reversa e sem fluxo venoso, em comparação com o outro lado. Alguns autores consideram índice de resistência acima de 0,7 a 0,75 com diástole reversa como sugestivo de torção parcial em pós-púberes; em crianças pré-púberes o índice normal é mais alto e o corte não se aplica. Frase-chave: fluxo presente não exclui torção.

Torção-detorção espontânea

Após detorção espontânea, o testículo pode ficar hiperêmico, imitando orquite. Dor súbita que melhorou de repente, episódios prévios, eixo horizontal e ausência de febre ou sintomas urinários favorecem torção intermitente, que merece avaliação urológica.

Torção do apêndice testicular

É causa frequente de escroto agudo na infância. Achados: estrutura arredondada no polo superior, entre testículo e epidídimo, sem fluxo, frequentemente hiperecoica ou heterogênea, com hiperemia ao redor (inconstante), hidrocele reativa e testículo com fluxo normal e simétrico. Baldisserotto e colaboradores (AJR, 2005) propuseram diâmetro acima de 5,6 mm como critério, com especificidade de 100% e sensibilidade de 68,2%; um apêndice de tamanho normal, portanto, não exclui a torção dele. O tratamento é em geral clínico; a EAU indica exploração nos casos duvidosos e na dor persistente.

Orquiepididimite

Epidídimo aumentado, hipoecoico e hiperêmico, com ou sem hiperemia testicular, hidrocele reativa e espessamento da pele. O cordão pode estar espessado, mas sem redemoinho. Duas pegadinhas: a hiperemia pós-detorção já citada, e a orquite grave com compressão venosa, que pode cursar com diástole reversa e áreas sem fluxo por infarto venoso. Hiperemia unilateral só tem valor quando comparada ao lado contralateral com os mesmos parâmetros.

Erros técnicos frequentes

  • Mudar PRF, ganho ou filtro entre os lados, criando assimetria artificial.
  • Concluir “ausência de fluxo” com PRF alta ou caixa de cor grande, sobretudo em crianças.
  • Confiar em cor capsular ou peritesticular, que pode vir de colaterais e não do parênquima.
  • Não examinar o cordão.

TWIST score e quando não atrasar a cirurgia

O TWIST (Barbosa et al., J Urol 2013) soma edema testicular (2 pontos), testículo endurecido (2), reflexo cremastérico ausente (1), náuseas ou vômitos (1) e testículo elevado (1): 0 a 2 é baixo risco, 3 a 4 intermediário e 5 a 7 alto risco. A meta-análise de Qin e Qu (J Urol, 2022) confirmou essa estratificação como a mais acurada.

Situação Conduta sugerida
Clínica clássica ou TWIST 5 a 7 Avaliação urológica e exploração imediatas; o ultrassom não deve atrasar o centro cirúrgico
TWIST 3 a 4 ou quadro duvidoso Ultrassom com Doppler imediato, à beira do leito se possível
TWIST 0 a 2 Ultrassom para diagnóstico diferencial, sem urgência cirúrgica presumida
Doppler sugestivo de torção em qualquer cenário Comunicação imediata ao médico assistente e ao urologista
Doppler sem sinais de torção, mas clínica persistente Exploração ou reavaliação urológica; exame negativo não encerra o caso

O guia do Royal College of Surgeons para torção pediátrica é direto: com história e exame sugestivos, a imagem não deve vir antes da cirurgia, porque prolonga a isquemia, e exploração negativa é preferível a diagnóstico perdido. Em adultos, a validação de 2021 encontrou valor preditivo positivo de 90% com 5 pontos. Abaixo de 2 anos, o reflexo cremastérico pode faltar fisiologicamente.

O que descrever no laudo

Um laudo útil na suspeita de torção responde a quatro perguntas: há fluxo, ele é simétrico, o cordão está torcido e o parênquima parece viável.

  • Técnica: Doppler colorido e espectral com parâmetros idênticos nos dois lados; cordão avaliado do anel inguinal ao testículo.
  • Testículos: dimensões e volume, ecotextura (homogênea, hipoecoica, heterogênea), posição e eixo.
  • Fluxo: presente, reduzido ou ausente em comparação com o contralateral; padrão espectral arterial e venoso; índice de resistência quando útil.
  • Cordão espermático: presença ou ausência do sinal do redemoinho e o nível em que foi visto.
  • Epidídimo e apêndices: dimensões, ecotextura, hiperemia, estrutura avascular no polo superior.
  • Associados: hidrocele, espessamento da pele, coleções.
  • Comunicação: achado crítico informado a quem, quando e por qual meio.

Frases-modelo:

Testículo direito com dimensões aumentadas, ecotextura hipoecoica e heterogênea, sem fluxo detectável ao Doppler colorido e espectral, com parâmetros otimizados para fluxo lento e idênticos aos do lado esquerdo, que apresenta fluxo arterial e venoso normais. Cordão espermático direito com aspecto espiralado acima do polo superior (sinal do redemoinho). Conclusão: achados compatíveis com torção testicular direita. Achado crítico comunicado ao Dr. [nome] às [hora].

Testículo esquerdo com fluxo arterial presente, porém reduzido em relação ao contralateral, com onda de alta resistência e diástole reversa, sem fluxo venoso caracterizado. Cordão espermático esquerdo com sinal do redemoinho. Conclusão: achados sugestivos de torção testicular parcial à esquerda. A presença de fluxo não afasta torção.

Estrutura arredondada de 7 mm junto ao polo superior do testículo direito, sem fluxo ao Doppler, com hiperemia adjacente e pequena hidrocele. Testículos com fluxo simétrico e cordões sem sinais de torção. Conclusão: achados sugestivos de torção do apêndice testicular direito.

Epidídimo esquerdo aumentado, hipoecoico e hiperêmico em relação ao contralateral; cordão sem sinal do redemoinho. Conclusão: achados sugestivos de epididimite esquerda; se o início foi súbito, considerar hiperemia pós-detorção.

Quando escalonar

  • Urgência imediata: qualquer suspeita ultrassonográfica de torção, incluindo fluxo assimétrico reduzido ou redemoinho com fluxo presente. Não aguarde exame complementar.
  • Exame sem torção, dor persistente: reavaliação urológica e, conforme o quadro, exploração.
  • Orquiepididimite com área avascular, coleção ou piora: reavaliar infarto venoso ou abscesso.
  • Testículo heterogêneo e avascular após 24 horas: prognóstico ruim não dispensa exploração e fixação contralateral.

Perguntas frequentes

Fluxo presente no Doppler exclui torção testicular?

Não. Na torção parcial, intermitente ou precoce, o fluxo arterial pode persistir. Procure o sinal do redemoinho e compare a onda espectral e o fluxo venoso com o outro lado.

Qual o sinal mais específico de torção testicular no ultrassom?

O sinal do redemoinho do cordão espermático, com especificidade agrupada de 99%. A sensibilidade é menor (73% no geral, 92% excluindo neonatos), por isso a ausência do sinal não exclui torção.

Até quantas horas dá para salvar o testículo na torção?

A viabilidade é de cerca de 97% nas primeiras 6 horas e cai para 79% entre 7 e 12 horas, 42% entre 19 e 24 horas e 7% após 48 horas, segundo a revisão de Mellick et al. A exploração continua indicada mesmo após muitas horas.

Como diferenciar torção do apêndice testicular de torção do testículo?

Na torção do apêndice, o testículo tem fluxo normal e simétrico, com nódulo avascular no polo superior. Na torção testicular, o fluxo está ausente ou reduzido e o cordão pode mostrar o redemoinho.

Conclusão

Na torção testicular, o Doppler compara lados, procura o redemoinho do cordão e lê a onda espectral, em vez de só perguntar se há cor. Fluxo presente não exclui torção, ecotextura heterogênea sugere evolução longa, e nenhum exame deve atrasar a cirurgia de um paciente com clínica de torção.

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Referências

  • Mellick LB, Sinex JE, Gibson RW, Mears K. A systematic review of testicle survival time after a torsion event. Pediatric Emergency Care, 2019;35(12):821-825.
  • McDowall J, Adam A, Gerber L, et al. The ultrasonographic “whirlpool sign” in testicular torsion: valuable tool or waste of valuable time? A systematic review and meta-analysis. Emergency Radiology, 2018;25(3):281-292. doi:10.1007/s10140-018-1579-x.
  • Ota K, et al. The role of ultrasound imaging in adult patients with testicular torsion: a systematic review and meta-analysis. Journal of Medical Ultrasonics, 2019.
  • Barbosa JA, et al. Development and initial validation of a scoring system to diagnose testicular torsion in children. Journal of Urology, 2013;189(5):1859-1864.
  • Qin KR, Qu LG. Diagnosing with a TWIST: systematic review and meta-analysis of a testicular torsion risk score. Journal of Urology, 2022;208(1):62-70.
  • Barbosa JA, et al. Validation of the TWIST score for testicular torsion in adults. International Urology and Nephrology, 2021. doi:10.1007/s11255-020-02618-4.
  • Kaye JD, Shapiro EY, Levitt SB, et al. Parenchymal echo texture predicts testicular salvage after torsion: potential impact on the need for emergent exploration. Journal of Urology, 2008;180(4 Suppl):1733-1736.
  • Baldisserotto M, et al. Color Doppler sonography of normal and torsed testicular appendages in children. AJR American Journal of Roentgenology, 2005.
  • Bandarkar AN, Blask AR. Testicular torsion with preserved flow: key sonographic features and value-added approach to diagnosis. Pediatric Radiology, 2018.
  • Expert Panel on Urological Imaging. ACR Appropriateness Criteria: Acute Onset of Scrotal Pain, Without Trauma, Without Antecedent Mass: 2024 Update. Journal of the American College of Radiology, 2024.
  • European Association of Urology. EAU Guidelines on Paediatric Urology: Acute scrotum. Disponível em uroweb.org.
  • Royal College of Surgeons of England. Commissioning guide: management of paediatric torsion. Londres.
  • AIUM, ACR, SPR, SRU. AIUM Practice Parameter for the Performance of Scrotal Ultrasound Examinations. Journal of Ultrasound in Medicine.

Conteúdo educativo destinado a profissionais de saúde. Não substitui o julgamento clínico nem as diretrizes institucionais; a suspeita clínica de torção testicular é uma urgência cirúrgica e não deve aguardar exame de imagem.

Resposta

  1. Avatar de Microlitíase testicular: diretriz da ESUR (Richenberg, Eur Radiol 2015): artigo comentado – UltraLaudo Blog

    […] Sim. Quando os microlitos são tantos que impedem avaliar o parênquima com segurança, a diretriz prevê encaminhamento. Se houver dor aguda associada, lembre que o exame segue o raciocínio do escroto agudo, como no nosso guia de torção testicular no Doppler. […]

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